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Luiz Paulo pede maior inclusão de temporizadores para diminuir multas de trânsito

Criador da lei que obriga as prefeituras fluminenses a colocarem temporizadores digitais em semáforos, o deputado estadual Luiz Paulo (PSDB ) pediu o maior número de instalação de aparelhos para diminuir o número de multas. “A lei está começando a mudar a cultura das sinalizações semafóricas no Rio e espero que, rapidamente, se propague a outros municípios”, discursou o parlamentar, citando a existência de temporizadores também em Niterói, São Gonçalo e Nova Iguaçu.

temporizador

A lei está suspensa no Rio em função da prefeitura obter uma liminar na Justiça, mas o mérito da lei ainda não foi julgado em definitivo. Porém, de acordo com a CET-Rio, há 167 temporizadores digitais funcionando em 84 localidades da cidade. “Parte da cidade já tem temporizador, mas precisa ter na cidade inteira, e que esse ritmo seja dotado também em relação ao outros municípios do Estado para combater essa indústria maligna da multa de trânsito”, declarou Luiz Paulo.

Para o deputado Luiz Paulo, a lei visa proteger a população e inibe também a arrecadação da indústria de multas, seja por passar no sinal vermelho ou em excesso de velocidade. “Isto diminui a colisão entre os veículos, pois na virada dos sinais os motoristas podem ficar com medo de serem atingidas na traseira do carro, pisam no acelerador e são multadas por avançar o sinal e também pelo excesso de velocidade”, explica o parlamentar.

O parlamentar também cobra que o semáforo seja de Led, pois esse tipo de iluminação preserva a possibilidade de visualizar as cores indicativas (amarelo,  verde e vermelho) do semáforo e de visualizar, com clareza, o tempo que está registrado no temporizador.

A lei

A Lei dos Temporizadores prevê que equipamentos que fotografam e registram o avanço nos sinais de trânsito, conhecidos como pardais, só poderão ser instalados em locais em que os semáforos possuam temporizador digital de contagem regressiva. Segundo especialistas, essas infrações poderiam ser evitadas se o governo seguisse a determinação do Denatran em aumentar o tempo do sinal amarelo para cinco segundos, enquanto o praticado é de quatro segundos.

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