Região Serrana : Um ano depois

A tragédia da Região Serrana completará um ano na madrugada desta quarta-feira e até hoje, nada do que foi prometido foi cumprido. Várias reportagens de diversos jornais estão retomando o ocorrido, mas soluções, de fato, não aconteceram. E as pessoas que sofreram com a catástrofe, continuam esperando.

O deputado Luiz Paulo salienta que as características da região favorecem as enchentes:

“Chuvas fortes e contínuas em encostas íngremes e frágeis com vales estreitos e rios em declives acentuados.”

 

Para ele, as marcas da catástrofe ainda são visíveis , e os problemas estruturais permaneceram intactos. Um ano depois, nada mudou e a possibilidade de uma nova tragédia acontecer não está descartada, ainda mais com o solo ainda tão debilitado.

Uma reportagem da revista Veja, da editora Abril, reuniu dados, inclusive os presentes nos trabalhos da CPI da Região Serrana, e apontou que os prefeitos das cidades atingidas construiram a tragédia acontecida há um ano.

Durante este ano seguinte à tragédia, em diversas oportunidades, o deputado Luiz Paulo esteve presente em reuniões e encontros para debater as melhores formas de se reerguer a região afetada pelas chuvas. Um exemplo disto foi a audiência pública realizada na Universidade Católica de Petrópolis em setembro , presidida pelo Bispo de Petrópolis Dom Felipe Santoro, com o objetivo de debater e cobrar dos poderes constituídos as ações devidas para a reconstrução da Região Serrana

O deputado vê também, com um olhar crítico, que o verão de 2012 será mais um ao relento ma Região Serrana. Segundo o parlamentar as chuvas de janeiro podem causar grandes estragos na imagem do governador do Rio de Janeiro.

Para o deputado, fazer a CPI logo após essas chuvas foi de grande importância para mostrar ao Estado que a região sempre inspirou cuidados, mas com uma gestão ineficiente, os estragos setornaram mais sérios.

Veja aqui o relatório completo da CPI da Região Serrana, que investigou as circunstâncias, fatos, possíveis omissões, negligências, imprevidências e averiguou possíveis responsabilidades de agentes políticos públicos e de terceiros, em decorrência da catástrofe ocorrida nos municípios da serra no período de 11 e 12 de janeiro de 2011.